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Emprego cresce na indústria pelo sétimo mês seguido, mostra pesquisa da CNI

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A Sondagem Industrial, pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que o índice de evolução do número de empregados ficou em 51,3 pontos em janeiro de 2021. Foi a primeira vez, em dez anos de pesquisa, que as contratações superaram as demissões no primeiro mês do ano. Com isso, o emprego industrial acumula sete meses consecutivos de alta. Esse indicador varia de 0 a 100, sendo 50 pontos a linha de corte que separa a alta da queda no emprego.

De acordo com o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, as contratações refletem a rápida recuperação da indústria no segundo semestre do ano passado. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) ficou em 69%, o maior percentual para o mês desde 2014. A produção industrial seguiu o movimento típico do início de ano, desacelerou e caiu em relação a dezembro de 2020. O índice de evolução da produção ficou em 48,2 pontos, abaixo da linha divisória de 50 pontos, o que revela queda na produção.

“A queda na atividade industrial foi mais forte na passagem de 2020 para janeiro de 2021 do que nos três anos anteriores. No entanto, a produção dos últimos meses do ano passado também esteve mais aquecida. O que percebemos é que, mesmo com a queda, a produção se mantém em nível relativamente elevado, o que explica a alta do emprego em janeiro”, explica Marcelo Azevedo.

A pesquisa mostra que os estoques estão abaixo do que as empresas planejavam, mas a queda foi menos intensa e menos disseminada em janeiro do que nos meses anteriores, e a distância entre o nível de estoque desejado e o estoque efetivo diminui. Como a situação ainda não se normalizou, esse fato indica que, possivelmente, os empresários estão planejando trabalhar com nível de estoque mais baixo do que no passado. As expectativas para a economia seguem otimistas. Foram consultadas 1.804 empresas, sendo 437 grandes, 618 médias e 746 pequenas, entre 1º e 12 de fevereiro.

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ARES fala sobre expectativas para 2021, ano em que REMAX completa 15 anos

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Sempre que um ano começa, traçamos metas e realizamos um plano de ação. Essas atitudes são importantes para que saibamos exatamente onde queremos chegar. Com a ARES, não é diferente.

Ao longo dos últimos anos, a empresa vem investindo massivamente na capacitação de seus funcionários e no incremento de suas capacidades, com objetivo de atender as demandas das Forças Armadas Brasileiras com produtos que corroboram para o cumprimento das suas missões. Hoje, a empresa é a principal parceira do Exército Brasileiro no desenvolvimento, fabricação e suporte logístico de sistemas de armas para o projeto estratégico Guarani.

Para 2021, a ARES tem como objetivos: fortalecer a parceria com o Exército e a Marinha do Brasil; continuar no desenvolvimento, fabricação e fornecimento de sistemas de armas, principalmente o REMAX; incrementar os serviços de suporte logístico para os sistemas distribuídos pelo Brasil e apoiar o Exército Brasileiro no futuro das forças blindadas.

De acordo com Frederico Medella, diretor de Marketing da ARES, o ano de 2020 foi marcado pela concretização das ações previamente planejadas, dentre as quais se destaca o estreitamento dos laços de parceria com os clientes e fornecedores, a melhoria nos processos fabris, a continuidade na pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e a melhoria nas atividades de suporte ao cliente. “Apesar de o ano passado ter sido um período conturbado, devido à pandemia, a empresa não parou. Nosso foco foi garantir a saúde dos nossos colaboradores, com menor impacto nos projetos e contratos em andamento. Até agora, graças aos esforços da direção da empresa e dos colaboradores, cumprimos nossas obrigações contratuais e conseguimos manter um ambiente seguro e saudável”.

REMAX

Um dos marcos deste ano será a comemoração dos 15 anos do projeto REMAX. “O projeto é motivo de orgulho para a ARES. Esses 15 anos foram marcados por muitos esforços, perseverança e dedicação total. Nos tornamos o principal parceiro do Exército no desenvolvimento, fabricação e fornecimento desse tipo de equipamento”, declarou Frederico Medella.

A ARES criou dois protótipos até chegar no REMAX 3, versão que está em uso pela tropa. Neste ano, a versão do REMAX 3 completa 8 anos e a ARES, desde do ano passado, vem trabalhando com o Exército para dar continuidade no projeto.

O diretor de Produção, Frederico Fróes, destacou que nos últimos 10 anos, a ARES investiu em seus funcionários, assim como na infraestrutura e nos processos da linha de produção. “Treinamos os funcionários na metodologia Lean, diversificamos a planta de usinagem com máquinas de última geração e investimos em softwares de comunicação entre as camadas operacionais e gerenciais, o que permite monitorar a produção em tempo real e identificar problemas e gargalos imediatamente”.

Segundo o diretor, essas ações permitiram a melhor utilização dos recursos de trabalho, a redução do tempo de desenvolvimento e entrega dos produtos, bem como a melhora na qualidade do produto final. “Nosso objetivo é tornar a ARES mais competitiva e inovadora”.

Feiras e eventos

A ARES pretende participar de duas feiras no Brasil que estão planejadas para ocorrer no segundo semestre de 2021 e também estuda a realização de seminários e exposição para comemorar os 15 anos do projeto REMAX.  “A participação nas feiras é muito importante para a ARES, já que nelas temos a oportunidade de mostrar um pouco de quem somos, o que oferecemos e para onde pretendemos ir. Além disso, é um ótimo espaço para dialogar e estreitar os laços com os nossos principais parceiros”, afirmou Medella.

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ABIMDE e Marinha elaboram relatório para ações em conjunto em prol da BIDS

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A ABIMDE encerrou, na última terça-feira (23) as ações do Grupo de Trabalho (GT) com a Marinha do Brasil. As atividades foram realizadas com o objetivo de incrementar a interação entre a Força e a Base Industrial de Defesa e Segurança (BIDS). O principal fruto foi a elaboração de um relatório, com 23 ações a serem empreendidas.

A iniciativa de criar um grupo de trabalho surgiu em julho de 2020, após webinar realizado pela ABIMDE com a participação do comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, mostrando a ação forte da entidade em prol de suas associadas.

“Foi uma ação exitosa. O resultado encoraja a ABIMDE a promover eventos semelhantes com o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira, o que está sendo planejado”, disse o presidente executivo da entidade, Almirante Rodrigo Hônkis.

O Grupo de Trabalho foi constituído de 7 subgrupos: Obtenção; Ciência/Tecnologia/Inovação;  Capacitação mútua e intercâmbio de recursos humanos na área industrial; Projetos estratégicos I e II; Manutenção e construção de meios; Material de fuzileiros navais; e E-navigation.

As 23 ações contidas no relatório serão realizadas em conjunto pela ABIMDE, empresas da BIDS e a Marinha do Brasil. Será formado um grupo de acompanhamento para monitorar o desenvolvimento das ações e otimizar os seus resultados.

“A ABIMDE agradece a todas as organizações militares da Marinha do Brasil envolvidas e aos associados, que contribuíram com sua importante participação no dia-a-dia dos trabalhos que foram desenvolvidos”, conclui Hônkis.

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Base Aérea do Galeão recepciona militares do Exercício Culminating

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Chegaram à Base Aérea do Galeão (BAGL), no Rio de Janeiro (RJ), nessa segunda-feira (22), as tropas do Exército Brasileiro (EB) mobilizadas no Exercício Operacional Culminating, treinamento combinado entre Brasil e Estados Unidos, realizado no Fort Polk, em Louisiana (EUA).

Para recepcioná-los em solo brasileiro, estavam presentes o Comandante da Brigada de Infantaria Pára-quedista, General de Brigada Helder de Freitas Braga; o Chefe do Centro de Coordenação de Operações Logísticas, o General de Brigada Himario Brandão Trinas; e o Comandante da Ala 11, o Coronel Aviador Renato Alves de Oliveira, acompanhados pelo Comandante da BAGL, Coronel Aviador Alexandre de Carvalho Ribeiro.

Após o desembarque dos militares, o General Helder comentou sobre o Exercício no exterior. “Os companheiros, que representaram o Exército Brasileiro nos Estados Unidos, cumpriram todas as missões com êxito e muitos elogios”, disse.

O Culminating, fase final de uma operação que já era conduzida por cinco anos entre Brasil e Estados Unidos, foi um Exercício Operacional marcado pelo treinamento de aproximadamente 190 militares do Exército Brasileiro em elevada simulação de combate. O exercício contou, ainda, com o apoio da aeronave KC-390 Millennium, pertencente ao Primeiro Grupo de Transporte de Tropa (1º GTT) da Força Aérea Brasileira (FAB), onde foi inaugurada a primeira participação desta aeronave em Exercício no exterior, cumprindo etapas fundamentais para o processo de implantação da aeronave, tais quais: a conclusão da primeira participação em um treinamento com cenários militares e objetivos referentes às práticas de combate, a realização do lançamento de paraquedistas com uma tripulação 100% composta por tripulantes da Força Aérea Brasileira e a participação em um voo de formatura tática com aeronaves militares já consagradas.

O treinamento em conjunto com o Exército Americano, Exército Brasileiro (EB) e Força Aérea Americana teve, entre os objetivos, a preparação de militares e tripulantes para missões de emprego em operações aeroterrestres.

Após um período de quarentena para prevenção da COVID-19 e aclimatação das tropas ao inverno americano, os militares brasileiros participaram de Workshops realizados pelo Exército Estadunidense, com o objetivo de adaptar as companhias do Exército Brasileiro e os tripulantes da aeronave KC-390 aos procedimentos de saltos americanos, além de outras orientações e treinamentos, tendo em vista a complexidade e caráter inédito da missão.

O Coronel Aviador Alexandre comentou sobre a recepção dos compatriotas militares. “Essa missão é de extrema relevância para as Forças Armadas e cumpriu o seu propósito de excelência”, pontuou. As informações são da FAB.

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Engenharia do Exército retoma obras no Aeroporto de Dourados (MS)

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No dia 15 de fevereiro, o 9º Batalhão de Engenharia de Construção (9º BEC) retomou os trabalhos de ampliação da pista de pouso e decolagem do Aeroporto Regional de Dourados. A obra, que faz parte da Operação Dourados, havia sido interrompida devido às chuvas na região. Com o prosseguimento dos trabalhos, o Batalhão retomou a terraplanagem do acesso à seção contraincêndio.

Contando com o apoio da Faculdade de Engenharia Civil do Centro Universitário da Grande Dourados (UNIGRAN), o Batalhão iniciou, ainda, os ensaios técnicos para determinar o traço (composição) do asfalto de melhor desempenho possível a ser utilizado na pavimentação.

Drenagem

O 3º Batalhão de Engenharia de Construção (3º BEC) do Exército Brasileiro iniciou, no mês de fevereiro, obras de drenagem na recuperação da rodovia BR-135, localizada na região de Bacabeira, no Maranhão. A ação realizada foi o lançamento do dreno superficial simples, etapa essencial para garantir a boa durabilidade da estrada e prevenir acidentes decorrentes do acúmulo de água na pista.

A recuperação da BR-135 tem como objetivo principal melhorar as condições e aumentar a capacidade de tráfego da rodovia, que é a única via de acesso à capital maranhense. A obra, executada pelo 3º BEC e coordenada pelo 1° Grupamento de Engenharia, proporcionará maior segurança aos usuários e facilitará o escoamento da produção regional.

A iniciativa é fruto do Termo de Execução Descentralizada celebrado entre o Exército Brasileiro e o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT). Além de colaborar com o desenvolvimento da Região Nordeste e do país, operações como esta permitem o adestramento permanente dos militares de Engenharia.

Capacitação

Na segunda quinzena de janeiro, o 1º Grupamento de Engenharia (1º Gpt E) do Exército Brasileiro promoveu um Estágio de Laboratorista de Solo voltado para uma equipe de 13 militares oriundos de Batalhões de Engenharia do Nordeste e atuantes na área de terraplenagem. Os laboratoristas atuam no controle tecnológico de solos e de pavimentação, com a responsabilidade de efetuar coleta, preparo de amostras, cálculo e análises de resultados a fim de atender às especificações exigidas nos projetos de construção.

Com instruções conduzidas pelo servidor civil Edson Meira de Medeiros, do 3º Batalhão de Engenharia de Construção, o estágio contou com aulas teóricas, na sede do Grupamento, e com orientações práticas ocorridas na obra executada pelo Exército Brasileiro em trecho da BR-230 no município de Cabedelo (PB). Foram abordados assuntos como prospecções de solos e de amostras, separação de solos para oficinas de compactação, ensaios de solos e limite de liquidez.

Ação no Acre

O 7º Batalhão de Engenharia de Construção (7º BEC) transportou, ao longo do mês de janeiro, 1000 toneladas de brita, além de diversos equipamentos e viaturas, de Rondônia até o Acre, para apoiar a reforma e ampliação do Aeródromo de Santa Rosa do Purus (AC). A atuação da Engenharia do Exército foi de grande valia na operação.

Na primeira etapa da ação, chamada Operação Alto Purus, foram 472 km desde Vista Alegre do Abunã (RO), onde fica a pedreira, até a cidade de Manoel Urbano (AC), onde está o ponto de apoio da operação. A partir desse ponto, o transporte deixou de ser terrestre e os insumos foram embarcados em balsas e navegaram o Rio Purus até o destino, Santa Rosa do Purus. Foram necessárias cinco balsas para transportar o material por sete dias de navegação em ambiente amazônico. Durante o mês de janeiro, cada balsa fez esse deslocamento duas vezes.

A Engenharia do Exército continuará o apoio nos próximos meses, intensificando o transporte para aproveitar o período de cheia do Rio Purus. As informações são do Exército Brasileiro.

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Forças Armadas viabilizam vacinação de aproximadamente 240 mil indígenas

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Brasília (DF), 23/02/2021 –
No apoio à vacinação contra a Covid-19, as Forças Armadas possibilitaram a aplicação do imunizante em 239.475 indígenas, sendo 103.492 em regiões de difícil acesso. Entre 20 e 22 de fevereiro, profissionais da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) chegaram à região do Médio Rio Purus, no Amazonas, com apoio de aviões militares, para dar continuidade às ações de combate ao novo coronavírus.

Em muitas comunidades indígenas só é possível chegar de avião ou helicóptero e o apoio é prestado pelos Comandos Conjuntos (CCj), integrados por militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. Desde o início da vacinação no Brasil, os Comandos Conjuntos do Rio Grande Norte e Paraíba, Amazônia, Norte, Nordeste e Oeste prestaram apoio aos Distritos Sanitários Especiais de Saúde Indígenas (DSEIs) do Alto Solimões e Alto Javari, Alto Juruá e Yanomami, Rio Negro e Médio Solimões, no Amazonas.

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A logística das Forças Armadas também beneficiou aldeias nos estados do Ceará, Alagoas e Sergipe. Em apoio à Fundação Nacional do Índio (FUNAI), o CCj Norte transportou insumos via rota fluvial no Pará.

Em paralelo às ações de vacinação, os Comandos Conjuntos auxiliaram órgãos de saúde e hospitais públicos em todas as regiões do País. As campanhas de conscientização ocorreram em 46 municípios e foram promovidas durante inspeções navais, patrulhamentos fluviais e postos de bloqueio.

Por Viviane Oliveira
Fotos: Divulgação

Saiba mais:
Operação Covid-19 completa 11 meses de combate ao novo coronavírus
Militares transportam três usinas de oxigênio por rios do Amazonas para atender população do interior do estado
Forças Armadas avançam no combate à Covid-19 durante Carnaval

Confira os destaques da semana:

Centro de Comunicação Social da Defesa (CCOMSOD)
Ministério da Defesa
(61) 3312-4071

 

Atualização do SWAP traz novas funcionalidades para seus usuários

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Por meio de avisos, que são criados, ativados e desativados – conforme a evolução das formações meteorológicas -, empresas aéreas e pilotos recebem a informação necessária para replanejar seus voos.

O sistema SWAP (sigla de Severe Weather Avoidance Plan) passou por uma atualização, entregue no mês de dezembro de 2020, que proporciona mais agilidade aos usuários, isto é, operadores em serviço no Salão Operacional do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA).

A finalidade do SWAP é dar ciência à comunidade aeronáutica, previamente, acerca de condições meteorológicas severas, como tempestades, temporais, chuvas e nevoeiros localizados, que possam impactar os fluxos de tráfego no espaço aéreo em rota ou área terminal. Por meio de avisos, que são criados, ativados e desativados conforme a evolução das formações meteorológicas, empresas aéreas e pilotos recebem a informação necessária para replanejar seus voos.

Funciona da seguinte forma: o aviso SWAP só é publicado e ativado após passar pela análise de um Gerente de Fluxo, controlador de tráfego aéreo, que utiliza como parâmetros as previsões de demanda para aquele setor e principalmente as previsões dos meteorologistas de serviço no CGNA. Como consequência, os voos previstos para passar pela rota ou terminal impactada têm tempo hábil para reavaliar o planejamento, incluindo gasto de combustível, carga e quantidade de passageiros transportados. As rotas impactadas são divulgadas no AISWEB (na aba Espaço Aéreo, em Playbook de Rotas – SWAP).

A atualização do sistema foi entregue cerca de um ano após a primeira versão e traz melhorias baseadas na experiência e feedbacks dos usuários.

Algumas das novas funcionalidades são:

  • integração com outros softwares de aplicação por meio de API;
  • gerenciamento de usuários, distribuídos pelos seguintes perfis: administrador, operacional e relatórios;
  • melhoria na disponibilização de relatórios de processamento das mensagens SWAP;
  • ferramenta de gerenciamento de destinatários dos e-mails cadastrados, que recebem em tempo real informações dos status das mensagens;
  • download em PDF das mensagens independente da data de publicação;
  • melhoria no Dashboard SWAP, com exibição das mensagens de dias retroativos de forma histórica e pesquisa por protocolo de mensagem;
  • ferramenta de edição dos textos das mensagens padrão predefinidas, em português e inglês.

O sistema SWAP, assim como o AISWEB, são desenvolvidos pela Assessoria de Transformação Digital (ATD) do DECEA, que disponibiliza, ainda, material de apoio aos usuários na Central de Ajuda do DECEA.

Rotas de contingência

Outra novidade diz respeito às Rotas de Contingência, disponibilizadas no AISWEB (na aba Espaço Aéreo, em Playbook de Rotas – Plano de Contingência). O Plano de Contingência é ativado em caso de interrupção parcial ou total dos serviços ATS, com o objetivo de preservar a fluidez e a segurança do tráfego aéreo.

As rotas disponibilizadas se referem a contingência total ou parcial. Desde o dia 30 de dezembro de 2020, data em que a funcionalidade foi disponibilizada, 763 foram cadastradas.

Uma das vantagens desse produto digital é a possibilidade de divulgar as rotas de contingência sem a necessidade de se aguardar um novo ciclo AIRAC e, também, a possibilidade de realizar a busca a partir de terminal (TMA), FIR ou aeródromo de partida e de origem. As informações são do DECEA.

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Operação Covid-19 completa 11 meses de combate ao novo coronavírus

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Brasília (DF), 21/02/2021
– A um mês de completar um ano, as Forças Armadas somam números expressivos de atuações na Operação Covid-19, de combate ao novo coronavírus. Marinha, Exército e Aeronáutica transportam oxigênio, desinfetam espaços públicos, apoiam campanhas de vacinação pelo país.

Recentemente, o apoio ao estado do Amazonas se intensificou, com o transporte de oxigênio e remoção de pacientes para os mais diversos estados brasileiros. A Marinha escoltou até Manaus um tanque gigante envasado com 90 mil m³ do gás medicinal para o tratamento de pacientes com Covid-19, além de transportar usinas do insumo por seus navios. O Exército, por meio dos Batalhões de Aviação, leva vacinas e equipes de saúde para comunidades indígenas, entre outras ações.

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A cada sete dias, a Aeronáutica completa o correspondente a uma volta ao mundo em horas de voo no combate à Covid-19. Já são 4.430 horas, que equivalem a 48 voltas ao mundo. O empenho ininterrupto soma o transporte de 25.614 toneladas de carga para todo o território nacional, sendo mais de 2,4 mil toneladas, especificamente, para o Amazonas.

Dentre esse montante, a Força Aérea Brasileira (FAB) entregou acima de 5,4 mil cilindros de oxigênio, 37 usinas para produção do insumo e 680 tanques de oxigênio líquido.

O transporte de oxigênio integra o apoio emergencial ao sistema de saúde amazonense, iniciado em janeiro deste ano. O Capitão Aviador Thiago dos Santos Gonçalves, piloto da aeronave C-130 Hércules, participou dessa força-tarefa e contou que “um dos desafios foi estar apto para que o oxigênio chegasse ao destino da forma mais breve, para salvar o maior número de vidas possível, dentro dos padrões da segurança de voo”, destacou.

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A atuação dos militares também contribuiu para o translado de pacientes. Até o momento, 725 foram transferidos entre os estados brasileiros por meio da FAB, possibilitando a continuidade dos tratamentos.

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Ações coordenadas

No combate à pandemia, a Marinha, o Exército e a Aeronáutica mobilizaram até 34 mil militares de forma conjunta. Destaca-se o apoio ao Ministério da Saúde na distribuição de vacinas contra o coronavírus em áreas de difícil acesso. Até o momento, mais de 96 mil indígenas foram vacinados com o auxílio dos Comandos Conjuntos das Forças Armadas.

Em cooperação com outros órgãos governamentais, os militares capacitaram 18.282 pessoas para a descontaminação de locais públicos, efetuando o procedimento em 8,3 mil pontos pelo Brasil. As Forças Armadas promoveram 14,3 mil campanhas de prevenção, que resultaram na doação de 317.454 kits de higiene e na produção de quase 740 mil máscaras de proteção. Por meio da Operação Covid-19, também foram distribuídas mais de 1,2 milhão de cestas básicas.

As ações coordenadas se estenderam às campanhas de doação de sangue, em razão da queda nos estoques dos hospitais e hemocentros. Foram promovidas 668 ações nacionais, nas quais mais de 39,6 mil voluntários reabasteceram as unidades de saúde.

Graças ao alcance territorial das Forças Armadas e a logística empregada na Operação Covid-19, tem sido possível a pronta-resposta às situações emergenciais e a redução dos impactos na saúde pública. O Capitão Thiago ressalta que “a sensação é de dever cumprido e gratidão em saber que todo o esforço e comprometimento salva vidas e, principalmente, levando esperança à população do País”.

Operação Covid-19

O Ministério da Defesa ativou, em 20 de março, o Centro de Operações Conjuntas para atuar na coordenação e no planejamento do emprego das Forças Armadas no combate ao novo coronavírus. Por meio da Diretriz Ministerial de Execução nº 07/2020, foram ativados dez Comandos Conjuntos, que cobrem todo o território nacional, além do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), de funcionamento permanente. A iniciativa integra o esforço do governo federal no enfrentamento à pandemia.

As demandas recebidas pelo Ministério da Defesa, de apoio a órgãos estaduais, municipais e outros, são analisadas e direcionadas aos Comandos Conjuntos para avaliarem a possibilidade de atendimento. De acordo com a complexidade da solicitação, tais demandas podem ser encaminhadas ao Gabinete de Crise, que determina a melhor forma de atendimento.

Por Viviane Oliveira
Fotos: Divulgação

Centro de Comunicação Social da Defesa (CCOMSOD)
Ministério da Defesa
(61) 3312-4071

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Respiradores fabricados pela Marinha e USP beneficiam pacientes de Manaus

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ABIMDE recebe delegações e amplia conexões na IDEX 2021

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A ABIMDE recebeu, nesta terça-feira (23), diversas visitas no Pavilhão Brasil da International Defence Exhibition And Conference (IDEX), que acontece em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e segue até quinta-feira (25). O destaque foi a delegação do Egito, cujos integrantes demonstraram interesse em conhecer os produtos e serviços da BIDS (Base Industrial de Defesa e Segurança) e firmar negócios com as empresas brasileiras.

O diretor de projetos da ABIMDE, Paulo Albuquerque, destacou a importância do Brazilian Defense Day – Egypt, realizado em julho do ano passado, para aproximar os dois países. “Esse encontro abriu muitas portas para as associadas e fez com que o mercado egípcio se tornasse mais acessível”, comenta.

Pavilhão Brasil

O “Pavilhão Brasil” na IDEX é promovido pela ABIMDE e Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), com o apoio dos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores, além da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB).

Também participam da exposição as associadas Atech, Avibras, Avionics, CBC, Condor, Embraer, Gespi, Kryptus, MacJee, M&K Logistics, Siatt e Taurus.

Prevenção à Covid-19

Os organizadores da IDEX promoveram uma série de medidas no Centro Nacional de Exposições de Abu Dhabi (ADNEC), como prevenção ao Covid-19. Entre as medidas estão a obrigatoriedade de realizar exames de PCR – um dos mais eficazes para identificar o contágio do Coronavírus – a cada 48 horas.

Saiba mais sobre o evento em: https://idexuae.ae/.

 

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Navios da Marinha levam usinas de oxigênio para interior do Amazonas

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Em apoio ao Ministério da Saúde, os Navios-Patrulha Fluvial (NPaFlu) “Pedro Teixeira”, “Raposo Tavares” e “Amapá”, subordinados ao Comando da Flotilha do Amazonas, partiram de Manaus (AM), no dia 19 de fevereiro, transportando usinas de oxigênio para quatro municípios do interior do Amazonas. Os equipamentos permitirão a produção de oxigênio medicinal que deve ser utilizado no tratamento de pacientes com Covid-19 nos municípios de Tapauá, Urucará, Codajás e Santo Antônio do Içá (AM).

As usinas foram doadas ao Ministério da Saúde por empresas privadas e transportadas de São Paulo (SP) para Manaus pela Força Aérea. Três delas foram embarcadas nos navios da Marinha, em Manaus, e uma foi levada direto para Tabatinga (AM), de onde será transportada pelo NPaFlu “Raposo Tavares” para Santo Antônio do Içá.

Ao todo, 250 militares estão envolvidos diretamente na atividade. O Comandante da Flotilha do Amazonas, Capitão de Mar e Guerra Carlos Eduardo Lopes da Cruz, destacou que há ainda, além das tripulações dos navios, uma logística envolvendo mais militares empenhados em contribuir na luta contra o coronavírus. “Cuidar da nossa gente é uma ideia retratada no próprio lema da Marinha e essa tarefa fazemos com muito orgulho e satisfação”, disse. A ação faz parte da Operação “Covid-19” do Ministério da Defesa.

Trabalho Marítimo

A Diretoria de Portos e Costas (DPC) participou de reunião com representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPT), no dia 10 de fevereiro, a fim de abordar desafios e aspectos técnicos multidisciplinares na aplicação da Convenção sobre o Trabalho Marítimo, no contexto brasileiro.

Aprovada em 2006 pela Organização Internacional do Trabalho (ILO), agência especializada da Organização das Nações Unidas para assuntos trabalhistas, a Convenção propõe diretrizes para o estabelecimento de direitos e condições de trabalho aos profissionais marítimos, em um esforço para unificar as diversas legislações existentes e reduzir as desigualdades de oportunidades, em âmbito internacional.

Na reunião, foi ressaltada a importância da integração de todas as autoridades envolvidas com a Autoridade Marítima Brasileira. As informações são da Marinha do Brasil.

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