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Militares apreendem contrabando de cigarros no litoral do Recife

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Brasília (DF), 26/02/2021 –
Durante patrulhamento no litoral do Recife, a Marinha apreendeu, na quinta-feira (25), cerca de 3 mil caixas de cigarros sem registro. A balsa de pesca foi interceptada pelo Navio-Patrulha (NPa) “Guaíba” do Comando do 3º Distrito Naval (Com3ºDN) a cerca de 90 quilômetros da costa.

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Os militares conduziram a embarcação até o porto da capital pernambucana, onde atracaram na manhã desta sexta-feira (26). Os cinco tripulantes e a carga apreendida foram encaminhados à Polícia Federal e à Receita Federal, respectivamente. As ações de inspeção e patrulhamento naval ocorrem rotineiramente para garantir a segurança da população e o controle das fronteiras marítimas.

Com informações do Comando do 3º Distrito Naval
Fotos: Divulgação Marinha do Brasil

Confira os destaques da semana:


Centro de Comunicação Social da Defesa (CCOMSOD)

Ministério da Defesa
(61) 3312-4071

Kryptus participa da IDEX, em Abu Dhabi

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Marcar presença nos grandes eventos internacionais de Defesa faz parte da estratégia de expansão global da Kryptus, multinacional brasileira especializada em criptografia e segurança cibernética. Com a participação na International Defence Exhibition And Conference (IDEX), que ocorreu em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), a Kryptus planeja desenvolver novos mercados na região EMEA, que compreende Europa, Oriente Médio e África, assim como Eurásia.

De acordo com Thierry Martin, diretor da Kryptus para EMEA, o principal objetivo da empresa no evento é formar parcerias com novos canais para ampliar a presença na região. Para isso, a Kryptus conta com duas vantagens: o posicionamento neutro, já que o Brasil e a Suíça, onde a empresa está sediada, não adotam práticas de vigilância ou políticas de restrição à exportação de equipamentos estratégicos, e a oferta de tecnologias de ponta, com criptografia inquebrável (OTP-One Time Pad), adaptáveis aos diferentes cenários de Defesa e Segurança de Estado.

Entre suas inovações mais recentes, a Kryptus destaca o Bruit Blanc, suíte de Comunicação Segura, que protege o tráfego de informações secretas e ultrassecretas entre Headquarter, diferentes bases e agentes em campo. “A Kryptus parte do pressuposto de que a segurança de comunicações críticas não deve ser exclusiva de algumas superpotências. E também não deve ser uma caixa preta”, explica Martin. “Com o Bruit Blanc, possibilitamos segurança máxima para a garantia da soberania de cada nação”, acrescenta.

No evento, a empresa também apresenta suas soluções para Contrainteligência e Defesa Cibernética, que fornecem uma ampla gama de serviços para proteger, monitorar, analisar e responder a ameaças cibernéticas, interrupções, atividades não autorizadas, ciberataques e degradação de serviços.

A IDEX, que aconteceu no Centro Nacional de Exposições de Abu Dhabi (ADNEC) até quinta-feira (25), foi o primeiro grande evento presencial de Defesa realizado desde o início da pandemia de Covid-19. “Participar da IDEX é uma excelente oportunidade de conhecer e discutir com os principais atores da indústria de defesa dos Emirados e da região”, afirma Martin.

Para mais informações sobre o evento, acesse: https://idexuae.ae/.

 

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Comissão Desportiva Militar completa 65 anos e contribui com fortalecimento do esporte nacional

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Brasília (DF), 26/02/2021
– A Comissão Desportiva Militar do Brasil (CDMB) comemora, neste sábado (27), 65 anos de existência. Uma trajetória de sucesso, marcada por feitos grandiosos e conquistas históricas para o desporto nacional. Criada em 1956, pelo Decreto n° 38.778, com o nome de Comissão Desportiva das Forças Armadas (CDFA), passou à atual denominação, em 1976, por meio do Decreto nº 88.072. Hoje, integra o Departamento de Desporto Militar (DDM) do Ministério da Defesa e tem como principais atribuições implantar a política desportiva militar no âmbito das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica), coordenar o desporto entre as Forças Armadas e as Forças Auxiliares, além de incentivar e de difundir a cultura desportiva em todo o Território Nacional.

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A CDMB é filiada à União Desportiva Militar Sul-Americana (UDMSA) e ao Conselho Internacional do Esporte Militar (CISM) Com essas organizações, realiza intenso trabalho, promovendo a prática esportiva e destacando o Brasil como uma das grandes potências do esporte mundial militar.
Como ex-presidente da CDMB, no biênio 2012/2013, o atual Ministro da Defesa, Fernando Azevedo, parabeniza a Comissão e fala, com orgulho, lembrando que a preparação, a execução e os resultados dos atletas brasileiros nos 5º Jogos Mundiais Militares (5º JMM), no Rio de janeiro, em 2011, foram o ápice desse trabalho. “O Brasil ficou em primeiro lugar no quadro geral de medalhas e, a partir de então, tornou-se uma potência do desporto militar mundial”, destacou o responsável pela Pasta.

Com base nos valores relacionados ao desporto, como a disciplina, o respeito e a amizade, a CDMB trabalha de forma mais específica, apoiando os atletas brasileiros por meio do Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR). Trata-se de parceria de sucesso com o Ministério da Cidadania (Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento-SNEAR), envolvendo o Comitê Olímpico do Brasil (COB), as Confederações e Federações Esportivas e os Clubes.

Composto, hoje, por efetivo de 566 militares atletas, o PAAR é considerado fundamental para o desenvolvimento do desporto nacional. Os militares atletas que integram o programa têm à disposição todos os benefícios da carreira, como soldo, 13º salário, férias, direito à assistência médica, incluindo nutricionista e fisioterapeuta, além de disporem das instalações esportivas militares para treinamento. “O trabalho realizado na CDMB, com sua pequena estrutura e o apoio das Comissões de Desportos das Forças Armadas, além de entidades civis, como o COB, é fundamental para o desenvolvimento do desporto militar e nacional em uma série de iniciativas, como, por exemplo, o Programa de Atletas de Alto Rendimento, que transformou a face do desporto nacional, dando a estrutura e segurança necessárias para apoiar atletas durante o ciclo de preparação olímpica, tornando os atletas militares os maiores ganhadores de medalhas olímpicas para o Brasil.

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 A CDMB promove o desenvolvimento de valores imprescindíveis à atividade militar e à cidadania. Parabéns, CDMB! Nesses 65 anos, foram escritas belas e honrosas páginas da história de nosso País”, elogiou o Ministro do Superior Tribunal Militar (STM), Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos Augusto Amaral Oliveira, que ocupou o cargo de presidente da CDMB no período de 2104 a 2016.

A história do desporto militar e do esporte nacional se confundem. Os militares sempre estiveram presentes na difusão de conhecimentos e participando dos principais eventos desportivos nacionais e internacionais, remontando aos primórdios das atividades esportivas no Brasil. O marco referencial é a conquista da primeira medalha de ouro na modalidade de tiro, nos Jogos Olímpicos da Antuérpia em 1920, quando o então Tenente do Exército Brasileiro Guilherme Paraense laureou o Brasil com o mais elevado pódio dos vencedores.

A CDMB, como herdeira natural desse legado, honra e segue na busca incessante da excelência no cumprimento de suas atribuições. Assim, ao longo de sua trajetória sexagenária, obteve consideráveis progressos na realização de competições e na performance dos atletas brasileiros, com recordes e pódios dignos de verdadeiros guerreiros. Mais ainda, contribuiu ativamente para fazer história, mostrando ao País e ao mundo que o esporte imita o combate, pois ambos exigem, para a vitória, valores comuns, como a perseverança, a hierarquia, o espírito de equipe e o cumprimento das regras.
O Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, Almirante de Esquadra (FN) Paulo Martino Zuccaro, também já esteve à frente da CDMB, de 2016 a 2018, e ressaltou o crescimento exponencial das Forças Armadas na área desportiva, fruto de trabalho amplo e visionário. “Olhar para todas as conquistas, os desafios superados e a gama de realizações que vem se sucedendo é reconhecer o trabalho desenvolvido pelo Departamento de Desporto Militar, setor que tive orgulho de dirigir. A excelência com que o DDM desenvolve as suas atividades vem rendendo muitos frutos, que ficarão marcados na história do esporte brasileiro”, destacou o militar.

Arthur Zanetti é Sargento da Força Aérea, integrante do PAAR, e é também orgulho para o País e exemplo para várias gerações. Medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres 2012 e vice-campeão mundial militar nas argolas nos 7º JMM, realizados na China, em 2019, o militar atleta está classificado para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2021. “Participar do programa de alto rendimento, coordenado pela CDMB, é uma satisfação enorme, porque eu consigo representar meu País não só como civil mas também como militar. Recebo o suporte necessário para que eu tenha foco total nas competições e consiga o melhor resultado para a nação brasileira”, disse o militar atleta.

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Os resultados conquistados pelos militares atletas nos últimos grandes eventos do cenário esportivo mundial ressaltam a importância do trabalho dirigido e planejado da Comissão, junto aos atletas das Forças Armadas.

Nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, com 19 medalhas, o Brasil teve o melhor desempenho da história em Olimpíadas. A contribuição das Forças Armadas, permitiu que atletas militares compusessem o Time Brasil com 145 dos 465 atletas, ou seja, 31% da delegação, que obtiveram 68% dos pódios, o que correspondeu a 13, das 19 medalhas.

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Nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, em 2019, o Brasil terminou na segunda posição do quadro geral de medalhas, com 171 conquistas, atrás somente dos Estados Unidos. Desse total, 54,39% foram conquistadas por integrantes do PAAR, que competiram pelo Time Brasil.
A imagem de atletas militares subindo no pódio foi uma constante, destacando o nome do País no cenário internacional e levando à certeza dos resultados do trabalho desenvolvido pela CDMB e seus parceiros.

Também, em 2019, ocorreu a 7ª edição dos Jogos Mundiais Militares (7º JMM), que reuniu 109 nações na China, onde o Time Militar Brasil conquistou 88 medalhas e o 3º lugar geral da competição, consolidando o Brasil entre as três maiores potências esportivas militares do mundo.
Para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2021, já estão classificados 43 atletas das Forças Armadas. Mesmo com cenário atípico, com muitas incertezas e dificuldades, causado pela pandemia da Covid-19, deflagrada no ano passado, e, até mesmo por isso, a CDMB buscou formas de motivar os atletas e de continuar firme em seus propósitos.

O Diretor do Departamento de Desporto Militar e Presidente da CDMB, Major-Brigadeiro do Ar José Isaias Augusto de Carvalho, salienta que o desporto militar vive um momento de superação e vem atuando com muita criatividade. Ele exemplifica que, dessa forma, conseguiu, no ano de 2020, realizar no Brasil, a Reunião do Corpo de Diretores do CISM.

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Além disso, criou o site “Quarentreina”, que apresenta opções saudáveis e criativas para os integrantes do Sistema Desporto Militar, familiares e amigos superarem a situação de isolamento social, em função do cenário de pandemia da Covid-19, promoveu a Corrida para Paz de forma virtual e inédita, conduziu o Curso de Fundamentos da Administração Esportiva Militar ( FAEM) para mais de 50 gestores esportivos, coordenou o 51º Campeonato Brasileiro de Tiro da Forças Armadas, promoveu a celebração do centenário da conquista da primeira medalha de ouro olímpica brasileira e, em coordenação com as Comissões de Desportos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, realizou importantes investimentos na manutenção da infraestrutura desportiva das Forças Armadas. “Temos muito a comemorar nesses 65 anos. Tivemos que nos adaptar e vamos juntos superar todos os obstáculos com muita motivação e determinação, na busca de grandes resultados”, disse o atual Presidente da CDMB.

Em comemoração à data, o DDM preparou programação especial. Em virtude da pandemia, ocorrerá no segundo semestre do ano. Estão programadas, além da tradicional cerimônia de outorga da Medalha Mérito Desportivo Militar, o lançamento do selo postal atinente à data festiva e da medalha comemorativa dos 65 anos da Comissão.

Por Maristella Marszalek
Fotos: Alexandre Manfrim e Laurence Griffiths/Getty Images

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Ministério da Defesa
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Satélite brasileiro Amazonia 1 será lançado domingo em base de lançamento na Índia

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O satélite Amazonia 1, primeiro satélite de observação da Terra completamente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil, será lançado ao espaço neste domingo, dia 28 de fevereiro, na base de lançamento de SHAR, em Sriharikota, Índia. A ação está programada para 10h24, horário local (01h54 da manhã no Brasil). As informações são do INPE.

O Amazonia 1 é um desenvolvimento coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e conduzido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE/MCTI) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTI).

Na primeira semana de fevereiro, a equipe técnica do INPE concluiu as atividades exclusivas do satélite Amazonia 1 na base de lançamento de SHAR. A fase de atividades exclusivas e a integração com o sistema de separação foi realizada no laboratório chamado SP 1 B (Satellite Preparation 1 B).

A partir deste estágio, as atividades devem ser realizadas no laboratório chamado, SP 2 B (Satellite Preparation 2 B) e finalmente, na torre de lançamento (SP 3). No laboratório SP 2 B, serão realizadas as atividades de verificação de estanqueidade, enchimento do tanque de combustível e integração com o quarto estágio do PSLV.

No último dia 5, o Amazonia 1 foi transportado do SP 1B para o SP 2 B. Embora a distância entre os dois prédios seja de aproximadamente 7 km, o transporte levou cerca de 90 minutos. Isso foi necessário para cumprir os requisitos de transporte do Amazonia 1 e também os protocolos de segurança da base de SHAR. O Amazonia 1 já foi ligado no SP 2 B e foi verificado que se encontra em perfeitas condições para prosseguir com o cronograma de atividades. Dessa forma, até o momento, todas as atividades planejadas estão sendo executadas conforme o cronograma e concluídas com sucesso e o Amazonia 1 segue seu caminho rumo ao lançamento, no dia 28 de fevereiro de 2021.

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Forças Armadas socorrem população do Acre que enfrenta situação de emergência provocada por enchentes

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Brasília (DF), 26/02/2021 –
Nesta sexta-feira (26), as Forças Armadas ingressam no 10º dia de apoio à população do Acre, que enfrenta dificuldades provocadas pelas enchentes no estado. Mais de 200 militares vinculados ao Comando Conjunto da Amazônia atuam na Operação Enchente. Os militares resgataram 537 famílias de 28 bairros de três municípios. O apoio se estende também às comunidades indígenas Kaxinawa e Colina, que vivem aldeadas no município de Santa Rosa do Purus. Nessas localidades, 98 famílias receberam 100 cestas básicas.

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Os militares ainda montaram quatro abrigos, distribuíram 1.024 cestas básicas e 1.465 galões de 20 litros de água. As Forças Armadas trabalham em parceria com a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar, a pedido do Governo estadual.

Em 17 de fevereiro, ofício encaminhado às Forças, pelo governador Gladson Cameli, solicitava apoio às vítimas da enchente, mas, desde o dia anterior, o Exército por meio do Comando de Fronteira Juruá / 61º Batalhão de Infantaria de Selva (C Fron Juruá / 61º BIS), participava de operação desencadeada pela prefeitura do município de Cruzeiro do Sul, que decretou situação de emergência.

Com o transbordamento dos rios, os militares atuam na transferência dos desabrigados e transporte de materiais, com auxílio de embarcações e viaturas. Para receber as vítimas, 29 escolas foram adaptadas, sendo que uma delas está reservada a pacientes com a Covid-19. Em Cruzeiro do Sul, município com 30 mil habitantes, cerca de 8 mil famílias ficaram desalojadas. Na capital, o Parque de Exposição foi adaptado para receber quem não pode voltar para suas casas.

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As chuvas que transbordaram no rio Juruá fizeram com que o nível da água atingisse 14,33 metros, o que superou a última grande cheia registrada. Em 2017, o nível da água foi de 14,24 metros.

Além da capital, de Cruzeiro do Sul e de Santa Rosa do Purus, os municípios Sena Madureira, Tarauacá, Rodrigues Alves, Jordão, Porto Walter, Mâncio Lima e Feijó também foram afetados pelas enchentes. A situação do Acre foi agravada em decorrência da pandemia provocada pelo novo coronavírus e de um surto de dengue.

Centro de Comunicação Social da Defesa
Foto: Divulgação EB

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FIESC doa ventiladores pulmonares ao Oeste de SC

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Diante do agravamento da pandemia da Covid-19 no Oeste de Santa Catarina, a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) doou oito ventiladores pulmonares à região. A entrega ocorreu neste domingo, 21, em São Miguel do Oeste, cidade cujo hospital regional possui 18 leitos de UTI e 16 leitos clínicos destinados ao tratamento de Covid-19, dos quais 33 estão ocupados.

O investimento da FIESC foi de R$ 321,5 mil, incluindo o transporte aéreo. Os equipamentos foram doados à Secretaria de Estado da Saúde (SES), que faz a distribuição conforme a demanda de cada região. O suprimento no Extremo Oeste permite que estes e outros aparelhos do patrimônio da SES possam ser destinados às demais cidades, conforme a carência de cada uma.

“Ventiladores pulmonares são cruciais nos casos grave da Covid-19. Por isso, a elevação dos casos da doença fez com que a procura por esses equipamentos e de seus componentes crescesse substancialmente em todo o mundo”, afirma o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar. Neste quadro, o aumento da quantidade dos respiradores artificiais foi uma das estratégias da Federação no enfrentamento da pandemia. A ação foi desenvolvida em várias frentes. Uma delas foi o conserto de aparelhos avariados e que estavam fora de uso nas UTIs, realizada pelo Instituto SENAI de Inovação em Sistemas de Manufatura. Outra frente foi a doação de outros dez aparelhos por meio de recursos angariados por meio do Fundo Empresarial para Reação Articulada de Santa Catarina Contra o Coronavírus (FERA-SC), mobilizado pela FIESC. A terceira frente foi o apoio à produção nacional dos respiradores, também por meio dos Institutos SENAI. A ação mobilizou nove indústrias, em seis projetos e viabilizou a produção de mais de 8 mil unidades mensais dos aparelhos.

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Exposição relembra participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial

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A Embaixada do Brasil na Itália inaugurou, na segunda-feira (22), na Galeria Cândido Portinari do Palazzo Pamphilj, a Mostra “Liberatori – Il Brasile nella Campagna D’Italia (Libertadores – O Brasil na Campanha da Itália – 1944/1945)”. A exposição, gratuita e aberta ao público até o dia 19 de março, visa homenagear a Força Aérea Brasileira (FAB) e a Força Expedicionária Brasileira (FEB), divulgar uma importante página de história e, ainda, relembrar o espírito de fraternidade entre brasileiros e italianos.

A mostra foi montada seguindo um percurso cronológico, desde a declaração de guerra do Brasil aos países do eixo, passando pelo embarque das tropas para a Itália, as ações nas campanhas aérea e terrestre, o cotidiano dos militares nas bases e nos acampamentos, as memoráveis conquistas e o retorno ao Brasil. Tudo ilustrado por fotos, documentos raros e objetos usados no período, que retratam os feitos de pilotos, soldados e enfermeiras que colocaram em risco a própria vida pela liberdade e democracia dos povos. São dezenas de relíquias expostas em seis vitrines. O acervo de objetos integra a coleção privada do especialista em arqueologia militar e historiador italiano Giovanni Sulla.

O Adido de Defesa e Aeronáutico do Brasil na Itália, Coronel Aviador André Luiz Alves Ferreira, ressaltou que a exposição foi concebida pela Embaixada do Brasil na Itália para ser realizada em 2020, sendo um dentre os diversos eventos que estavam planejados para as comemorações dos 75 anos do final da Segunda Guerra Mundial, mas foi postergado em função da pandemia. “O acervo é belíssimo e retrata fielmente o sacrifício de brasileiros e brasileiras que lutaram pelos ideais de liberdade, paz e democracia nos céus e terras italianas. Remete-nos ao cenário do final da Grande Guerra, ao rigoroso inverno de 1944 e à força dos inimigos nazifascistas, sobretudo de sua artilharia antiaérea, maior desafio de nossos bravos pilotos do Primeiro Grupo de Aviação de Caça e da Primeira Esquadrilha de Ligação e Observação. Recordar todas as conquistas e vitórias nos enche de muito orgulho”, destacou o Oficial.

Para o Embaixador do Brasil em Roma e idealizador do evento, Hélio Vitor Ramos Filho, a exposição ilustra um dos capítulos mais importantes das relações entre os dois países. “O Brasil foi o único País latino-americano a ter enviado militares para os campos de batalha europeus durante a Segunda Guerra Mundial. O legado dos jovens brasileiros, homens e mulheres, que participaram da Campanha da Itália se traduziu, também, em competência, coragem e, principalmente, na humanidade”, finaliza o Embaixador. As informações são da FAB.

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Tropa paraquedista retorna ao Brasil após exercício nos EUA

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No dia 22 de fevereiro, foi realizada no Campo do 26º Batalhão de Infantaria Pará-quedista (Btl Inf Pqdt) uma formatura para marcar a recepção e a desmobilização dos militares participantes do Exercício Culminating. Iniciada no dia 3 de janeiro no Centro de Prontidão e Treinamento Conjunto em Fort Polk, nos Estados Unidos da América, a ação foi parte de um intercâmbio entre os dois países e finaliza o Plano Conjunto de atividades realizadas ao longo de cinco anos.

A Subunidade (SU) Culminating chegou ao Brasil na manhã da segunda-feira, 22, ao desembarcar na Base Aérea do Galeão. No local, a tropa foi recebida pelo Comandante da Brigada de Infantaria Pára-quedista (Bda Inf Pqdt), General de Brigada Helder de Freitas Braga, pelo Chefe do Centro de Coordenação de Operações Logísticas, General de Brigada Himario Brandão Trinas, e demais autoridades. Na ocasião da formatura, o General Helder dirigiu-se à tropa parabenizando-a pelo êxito obtido.

“Meu sentimento é de orgulho de tudo aquilo que os senhores fizeram. Cumpriram exatamente aquilo que desejávamos e sonhávamos. Os méritos são dos senhores. Não podemos deixar de lembrar que esse esforço só foi possível graças a uma estrutura de todo o Exército Brasileiro. E tenham humildade! Usem essa experiência para transmitir aos outros o que aprenderam”, disse o General.

Culminating

O Exercício Culminating teve a participação de uma subunidade paraquedista enquadrada em um Batalhão de uma Brigada da 82ª Airbone Division do Exército dos EUA. A Força-Tarefa (FT), aprestada para emprego em operações aeroterrestres, utilizou-se de equipamentos e armamentos individuais e coletivos de última geração: canhões sem recuo 84 mm; morteiros 60 e 81 mm; metralhadoras leves; equipamentos de visão noturna; miras laser; lunetas ópticas; GPS; meios de comunicações diversos; e paraquedas MC-1. A FT nível subunidade foi composta por 172 paraquedistas.

No Brasil, o exercício foi dividido em cinco fases. Na primeira e na segunda fases, a SU, originada da Brigada de Infantaria Pára-quedista, participou do assalto aeroterrestre e cumpriu as missões de conquista e manutenção de cabeça de ponte aérea. Na terceira e quarta fases, foram praticadas a infiltração aeromóvel e a ocupação e estabilização da área urbana de São José do Barreiro, interior de São Paulo. Na quinta fase, realizou-se o Live Fire.

Nos Estados Unidos, as atividades tiveram início com a readaptação dos paraquedistas às técnicas aeroterrestres americanas, finalizadas com o salto, no dia 20 de janeiro, da aeronave militar americana C-130 e paraquedas T-11. Seguindo a preparação, os motoristas da subunidade tiveram instruções teóricas e práticas com as viaturas americanas HUMVEE e LMTV, a fim de as utilizarem durante o exercício.

Continuando as atividades previstas, após a chegada do 1-505 PIR, Batalhão Americano da 3ª Brigade Combate Team/82ª Airbone Division, iniciaram-se as atividades de recebimento de ordens, planejamentos, emissão das ordens, ensaios e inspeções pré-combate. As informações são do Exército Brasileiro.

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Planejamento trimestral da Operação Ágata é tema de reunião

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Brasília (DF), 25/02/2020 –
O planejamento trimestral da Operação Ágata foi tema de reunião ocorrida no Ministério da Defesa, na terça-feira (23) e nesta quinta-feira (25). Na ocasião, integrantes da Subchefia de Operações do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas (CEMCFA), vinculada à Pasta, apresentaram balanço das ações realizadas em 2020. A Ágata é uma força-tarefa para combater delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira da Amazônia. A iniciativa reúne militares das Forças Armadas em coordenação com representantes dos órgãos federais e estaduais.

A reunião foi presidida pelo Subchefe de Operações, General José Eduardo Leal, e contou com representantes do Comando de Operações Navais (ComOpNav), do Comando de Operações Terrestres (COTER), do Comando de Operações Navais Aeroespaciais (COMAE), dos Comandos Militares da faixa de fronteira e dos comandos de distritos navais das faixas de fronteira terrestre e marítima. Participaram também representantes das agências envolvidas.

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Ações recentes

No contexto da Operação Ágata, militares da Marinha, por intermédio da Capitania dos Portos do Amapá (CPAP), apreenderam embarcações irregulares nas proximidades do Canal das Pedrinhas, em Macapá. Cerca de 46 m³ de madeira eram transportadas sem documentação legal. A ação foi terça-feira (23), com apoio de agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) do Amapá.

Os responsáveis pelas embarcações foram notificados e as embarcações apreendidas por descumprir as normas de segurança de navegação. A carga foi encaminhada aos órgãos competentes para adoção das medidas cabíveis.

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Fotos: Alexandre Manfrim e Marinha do Brasil

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Mac Jee recebe visita do Príncipe de Abu Dhabi na IDEX 2021

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O Grupo Mac Jee, composto por empresas 100% brasileiras da indústria de defesa e aeroespacial, encerrou nesta quinta-feira (25) sua participação na International Defence Exhibition And Conference (IDEX), em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) com uma avaliação positiva.

O estande da empresa foi visitado pelo Príncipe Herdeiro de Abu Dhabi e Comandante Supremo Adjunto das Forças Armadas dos Emirados Árabes Unidos, Mohamed Bin Zayed Al Nahyan, além de vários grupos e delegações.

Também prestigiaram a Mac Jee o diretor de projetos da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), Paulo Albuquerque e o e o representante do Escritório da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB), em Abu Dhabi, Rafael Solimeo.

O presidente do Conselho de Administração da Mac Jee, Simon Jeannot, afirmou que a IDEX é o primeiro grande evento presencial realizado durante a pandemia do coronavírus e trouxe um respiro para todos da indústria do setor. “Aqui apresentamos pela primeira vez a Mac Jee como um grupo. Conversamos com diversas autoridades e tivemos a grande honra de receber o príncipe Mohamed Bin Zayed Al Nahyan, mostrando todo o potencial da indústria de defesa do Brasil”.

O gerente Comercial, Maurício Antoniazzi afirmou que na IDEX foi possível estreitar contato com as delegações e clientes em potencial. “Também tivemos a oportunidade de fortalecer ainda mais a parceria com a ABIMDE e as demais empresas da BIDS (Base Industrial de Defesa e Segurança) e autoridades brasileiras”.

A Mac Jee Defesa apresentou as BGBs (MK),a BPB 2000 (BLU 109),  além do material energético HMX, que em breve terá sua primeira linha de produção na América Latina, na unidade de Paraibuna (SP).

O desenvolvimento ou aprimoramento (retrofit) das linhas de produção de TNT, RDX e Propelentes single-base, double-base e triple-base foram o foco das soluções demonstradas pela Mac Jee Tecnologia.

Já a Equipaer expôs seus lançadores de foguetes 70 mm e alvos aéreos, utilizados hoje pela Força Aérea Brasileira (FAB).

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