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Logística precisa assegura vacinação em terras indígenas

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Brasília (DF), 22/01/2021 –
Duas senhoras indígenas enfrentaram a forte chuva, protegidas apenas por um retalho de lona, para receber a vacina contra o novo coronavírus, no Polo Base Umariaçu I.  Elas moram ali mesmo, e só precisaram caminhar cerca de 200 metros até as tendas montadas por militares do Exército para receber o imunizante. O que pode parecer facilidade de acesso, na verdade envolveu detalhada operação de logística para que as doses da vacina chegassem até quase a porta dos moradores da longínqua aldeia Umariaçu I, no Alto Solimões, na região do município de Tabatinga, no Amazonas.

A cena ocorreu na terça-feira (19), e teve como testemunhas mais de uma dezena de jornalistas. A convite do Ministério da Defesa, eles acompanharam o começo da vacinação no Alto Solimões. As doses dos imunizantes chegaram até ali em menos de 24h após a liberação pela Anvisa para aplicação do imunizante da Coronavac no Brasil. A carga preciosa saiu de São Paulo, passando por Brasília e Manaus, em aviões da Força Aérea Brasileira, e seguiu por estradas até a localidade em caminhões do Exército.

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Ali, no polo base, unidade de saúde da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), militares do 8º Batalhão de Infantaria de Selva (8º BIS), que fica a 10 km da aldeia, montaram tendas para receber idosos e jovens de pele morena, olhos amendoados e cabelos muito lisos, a maioria deles da etnia ticuna. As duas senhoras indígenas juntaram-se ao grupo que já aguardava, depois de se livrarem da lona e enxugaram com as mãos o que puderam do corpo molhado pela chuva. Elas acomodaram-se nas cadeiras protegidas pela tenda e aguardaram a sua vez de receber o imunizante.

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O técnico em enfermagem Tarcis Marques, 34 anos, foi o primeiro profissional de saúde a ser vacinado. Ele é da etnia kocama, mora na aldeia Umariaçu I e trabalha no polo base. “Estou dando exemplo para minha população. Quero que todos tomem a vacina para se prevenir contra essa doença, que é fatal”, disse ele, emocionado. Tarcis contou que foi infectado pela Covid-19, passou mal com problemas respiratórios, dores de garganta e de cabeça. “Me curei com remédios tradicionais aqui da região. Agora, chegou a vacina, que é muito importante, é nossa esperança”, completou.

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O Coordenador do Distrito Sanitário Especial de Saúde Indígena (DSEI) Alto Solimões, Weydson Pereira, destacou que a ansiedade era grande por aquele momento. “Apesar das especificidades logísticas, vamos possibilitar que a vacina chegue a todas as aldeias”, disse. Ele informou que as vacinas são armazenadas em câmaras de conservação na sala de vacina do posto de saúde. Weyson disse ainda que a meta do Polo Base Umariaçu I é aplicar todas as doses da coronavac no período de 10 dias. O posto recebeu cerca de mil doses, quantidade para imunizar toda a população local acima de 18 anos.

 O Secretário de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto do Ministério da Defesa, Manoel Luiz Narvaz Pafiadache, detalhou o apoio logístico do Ministério da Defesa ao Ministério da Saúde nessa missão. “As aldeias serão atendidas pelas de mais fácil acesso até as mais afastadas. Isso permite que a gente faça todo um trabalho de planejamento com uso de helicóptero”, detalhou.

Ele exemplificou que há aldeias pelo Brasil, como as de etnia xavante, que podem ser acessadas por terra. Porém, outras, no interior da Amazônia, nem mesmo por embarcação é possível alcançá-las. “Nas comunidades de etnia yanomami, em Surucucu, a oeste de Roraima, só é possível chegar por aeronave, então se a SESAI precisar, entraremos com nossos meios fornecendo auxiliando”, ressaltou.

Pafiadache lembrou ainda que o Ministério da Defesa possui expertise em logísticas como essa. Ele citou a Operação Gota, também realizada em parceria com o Ministério da Saúde. Desde 1993, a iniciativa promove a imunização da população em regiões de difícil acesso, com oferta de vacinas como febre amarela, sarampo e meningite.

Por Mariana Alvarenga, editada por Margareth Lourenço
Fotos: Divulgação 

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Operação Covid-19 completa 10 meses de atividades para salvar vidas 
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Forças Armadas somam cerca de 20 horas por dia em voos de apoio ao Amazonas

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Centro de Comunicação Social da Defesa (CCOMSOD)
Ministério da Defesa
(61) 3312-4071

CBC fornece armamentos para Guarda Municipal de Vitória (ES)

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A CBC fornece armamentos para a Guarda Municipal de Vitória (ES). A corporação contará com espingardas específicas para atividades policiais – modelo CBC calibre 12 -, que modernizam as condições de trabalho dos agentes.

A entrega ocorreu em solenidade realizada no último dia 12, no auditório do Palácio Municipal. O prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, a vice-prefeita, capitã Estéfane, e o secretário de Seguranca Urbana, Ícaro Ruginsk, fizeram a entrega simbólica de novos equipamentos da Guarda Civil Municipal.

“Nossa equipe está à disposição dos agentes para que nós possamos desenvolver nossas ações e nossos projetos, e estamos abertos a sugestões e a ouvir cada um de vocês durante a gestão. Temos uma nova metodologia para que a Guarda Civil Municipal possa ter visibilidade e seu destaque na capital”, afirmou o secretário. A CBC fornece armamentos para as forças de segurança de Vitória e outras cidades do país.

Capitã Estéfane destacou o papel da Guarda Municipal para a manutenção da ordem na cidade. “A Guarda Municipal tem um papel imprescindível. Desempenha um papel crucial na segurança pública do município. Entregamos hoje equipamentos intrínsecos de última instância. Temos que renovar as condições de trabalho. A população olha para vocês (agentes) e vê que a Guarda é uma referência”.

O prefeito Lorenzo Pazolini falou sobre o armamento e ponderou que os agentes irão utilizá-lo com responsabilidade no exercício de suas funções.

“Estamos apenas no sétimo dia útil da nossa gestão, já trazendo um armamento moderno, que dá ostensividade. O armamento deve ser usado com muita responsabilidade. É isso que quero pedir à nossa Guarda Civil Municipal”, destacou o prefeito.

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Operação Covid-19 completa 10 meses de atividades para salvar vidas

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Brasília (DF), 22/01/2021 –
Em 10 meses da Operação Covid-19, as Forças Armadas trabalham incansavelmente em apoio às ações do Governo Federal de combate ao novo coronavírus. A missão demanda grande logística, semelhante a operações de guerra, tanto mobilizou até 34 mil militares. As atividades iniciaram em 20 de março do ano passado. 

Em ação recente, nos dias 18 e 19 de janeiro, o Ministério da Defesa, por meio da Força Aérea Brasileira (FAB), auxiliou o Ministério da Saúde na distribuição de vacinas contra o coronavírus pelo País. As doses do imunizante transportadas pelos militares seguiram para o Acre, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Roraima, Rondônia, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, além do município de Tabatinga, no Amazonas.

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Na segunda-feira (18), o primeiro avião, um KC-390 Millennium, saiu de Guarulhos, em São Paulo, levando 199 caixas com vacinas. Foram entregues 96 caixas para o Ceará, 77 para o Goiás e 26 para o Piauí. De acordo com o Ministério da Saúde, para a primeira fase de vacinação, o Instituto Butantan disponibilizou 6 milhões de doses para imunização de 2,8 milhões de pessoas em todo País, dentre elas, 431 mil indígenas. 

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Cilindros de oxigênio
Em outra frente, para apoiar o Amazônia, em 7 de janeiro, as Forças Armadas iniciaram nova fase operacional, com o transporte de oxigênio para os hospitais do estado da Região Norte. A mobilização prossegui até 20 de janeiro. Foram enviados cerca de 40 respiradores, o Inspire, para Manaus, por meio de parceria do Centro de Tecnologia da Marinha em São Paulo (CTMSP) com a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Além de um tanque de oxigênio de 54 toneladas, que partiu de Santos, São Paulo, por meio do Navio-Patrulha Oceânico “Apa”, da Marinha. O equipamento seguiu para Belém, no Pará, e, posteriormente, para a capital amazonense.

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Também com destino a Manaus, a FAB fez o deslocamento de 2.827 cilindros de oxigênio. Transportaram também 13 usinas para produção de oxigênio. O 5º Batalhão de Infantaria Leve da 12ª Brigada de Infantaria Leve Aeromóvel do Exército apoiou a FAB no embarque de uma das usinas.

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Até a quarta-feira (20), o apoio logístico somou 416 toneladas de carga e 355 horas de voo. Houve ainda o deslocamento de tanques de oxigênio líquido, materiais hospitalares, gerador de energia, medicamentos, monitores e inclusive a remoção de pacientes com Covid-19.

Até o momento, 156 pacientes foram transferidos em 15 voos, de Manaus São Luís, no Maranhão, Teresina, no Piauí, Natal, no Rio Grande do Norte, João Pessoa, na Paraíba, Goiânia, em Goiás, e Brasília, no Distrito Federal. O trajeto foi acompanhado por 65 profissionais de saúde.

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Comunidades indígenas
Somam-se aos esforços em apoio à sociedade as ações voltadas aos povos indígenas. Entre maio do ano passado até a mais recente em janeiro, foram 20 missões interministeriais de combate ao coronavírus, sendo 17 direcionadas a essas comunidades. Mais de 155 mil indígenas receberam assistência de saúde no Amazonas, Pará, Acre, Amapá, Roraima, Maranhão, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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Na terça-feira (19), o município de Tabatinga, no Amazonas, recebeu 10 mil doses de vacinas. O 8º Batalhão de Infantaria de Selva (8º BIS), do Exército Brasileiro, prestou apoio no transporte das vacinas até a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI).

Desde o início da operação Covid-19, equipes de clínicos gerais, cardiologistas, ginecologistas, pediatras, infectologistas, enfermeiros, técnicos em enfermagem e veterinários prestaram mais de 63 mil atendimentos. Essa assistência contribui para evitar o deslocamento dos índios até as cidades, a fim de prevenir a contaminação pelo coronavírus.  

Resultados
Desde o início da Operação Covid-19, as Forças Armadas estiveram à frente da distribuição de mais de 6,5 milhões de kits de alimentos e mais de 25,3 mil toneladas de material, entre medicamentos e insumos hospitalares. Para atender a grande demanda nacional foram empregados cerca de 994 viaturas, 90 embarcações, três navios.

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Em todo território nacional, as Forças Armadas efetuaram a desinfecção de mais de 8,1 mil espaços públicos até o momento. A mais recente ocorreu na quinta-feira (21), quando a Equipe de Resposta Nuclear, Biológica, Química e Radiológica da Marinha descontaminou de forma preventiva o Aeroporto Internacional de Belém. Na segunda-feira (18), a equipe desinfectou aeronaves da FAB empregadas na transferência dos pacientes. Esse procedimento, também contou com o apoio do Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército. 

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As campanhas de doação de sangue também estiveram no centro da operação Covid, mobilizando mais de 39,4 mil doadores voluntários para reabastecer os estoques dos hospitais e hemocentros. A equipe naval da Capitania dos Portos do Paraná fará o mutirão mensal de doação. Diversas unidades das três forças também se mobilizam nesse sentido.

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Já as campanhas de conscientização para prevenção e combate à Covid-19, promoveram mais de 12,8 mil ações para orientar a sociedade quanto às normas sanitárias e 18,2 mil atividades de capacitação de agentes no controle, detecção e descontaminação de locais privados e de trabalho.

Por Viviane Oliveira, editada por Margareth Lourenço
Fotos: Divulgação MD

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Forças Armadas completam 14 dias de apoio ao Amazonas
Forças Armadas somam cerca de 20 horas por dia em voos de apoio ao Amazonas
Jornalistas acompanham distribuição de vacinas e vacinação em terras indígenas do Amazonas a convite da Defesa

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Centro de Comunicação Social da Defesa (CCOMSOD)
Ministério da Defesa
(61) 3312-4071

MME divulga balanço de biocombustíveis e redução de gases poluentes em 2020

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O Ministério das Minas e Energia anunciou o balanço do RenovaBio, referente ao uso de biocimbustíveis e à redução de emissões de gases causadores de efeito estufa (GEE). O balanço 2019-2020 apontou o cumprimento de metas. O MME também anunciou as metas de redução de emissões para 2022-2031.

O RenovaBio é uma política pública estruturante de longo prazo que entrou em pleno funcionamento em dezembro de 2019 com o objetivo de promover a expansão da produção e do uso de biocombustíveis na matriz energética nacional e contribuir com a redução de emissões de gases causadores de efeito estufa (GEE).

Com a apuração do mercado de CBIOs e do cumprimento das metas de redução de emissões para 2020, o MME reforça sua confiança no RenovaBio como instrumento adequado para garantir a sustentabilidade e a previsibilidade da matriz de transporte do Brasil. Foram emitidos 18.508.636 CBIOs e negociados, na B3, 14.896.273 de Créditos de Descarbonização a um preço médio de R$ 43,66/CBIO, o que gerou um volume financeiro de R$ 650.371.279,18.

A emissão de CBIOs em número superior ao da meta para o biênio 2019/2020, que previa a aquisição de 14.898.230 CBIOs pelas distribuidoras de combustíveis, aliada ao cumprimento de praticamente 98% da meta estabelecida, comprovam a eficácia da Política Nacional de Biocombustíveis.

Para 2021, o Ministério de Minas e Energia, coordenador do Comitê RenovaBio, reafirma a meta de 24,86 milhões de CBIOs a serem adquiridos no mercado organizado pelos distribuidores. O MME informa que já estão disponíveis no mercado o volume de 3.612.363 CBIOs, que correspondem a 14,5% da meta para este ano.

O MME anunciou também o cronograma para a definição das metas para o período de 2022 a 2031, nos termos da Lei nº 13.576/2017. A primeira reunião do Comitê RenovaBio acontecerá em 10 de junho, enquanto a apreciação técnica e outras reuniões do Comitê RenovaBio acontecerá a partir deste dia e seguirá até 25 do mesmo mês.

A Consulta Pública ocorrerá entre 7 de julho e 6 de agosto. Após a consolidação das contribuições, o Comitê RenovaBio encaminhará ao CNPE proposta final das metas de redução de emissões para o período 2022-2031. O CNPE deverá fazer a deliberação até o final de setembro, com publicação da resolução no mês de outubro.

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Aberta as inscrições do 1º Concurso para Orçamento de Defesa

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Brasília (DF), 22/01/2020 –
O Ministério da Defesa e a Escola Superior de Guerra publicaram edital para o 1º Concurso Soluções para o Orçamento de Defesa de 2021. Instituído pela Portaria Nº 10, de 04 de janeiro de 2021, esse é o primeiro certame voltado especificamente para a área orçamentária. Serão premiados os autores dos melhores trabalhos sobre Financiamento de Projetos de Defesa ou Gestão de Orçamento de Defesa.

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As inscrições iniciam em 1º de fevereiro e encerram em 4 de julho deste ano. A participação é aberta a brasileiros com nível superior completo, independente da área de formação.

Os interessados devem preencher a ficha de inscrição juntamente com a documentação constante no edital Nº 001/SEORI/SG-MD, de 4 de janeiro de 2021 (acesse o edital). Os documentos podem ser encaminhados para o e-mail [email protected] ou entregues pessoalmente no ANEXO I do Ministério da Defesa, na Esplanada dos Ministérios, a partir do dia 01 de fevereiro de 2021 até às 18h do dia 4 de julho de 2021.

Os inscritos concorrem, individualmente ou em grupos com até cinco integrantes, com a apresentação de alternativas para aprimorar o processo orçamentário e a gestão de recursos de Defesa. A aplicação dos projetos será analisada por comissão avaliadora, composta por integrantes do Ministério da Defesa e da Escola Superior de Guerra.

Os três primeiros colocados terão o trabalho publicado e receberão o valor de R$10 mil, R$ 6 mil e R$ 4 mil, respectivamente. A cerimônia de premiação ocorrerá no final do ano, no mês de dezembro.

A Secretaria de Orçamento e Organização Institucional do Ministério da Defesa (SEORI) é responsável pela seleção e atua por meio do Departamento de Planejamento, Orçamento e Finanças (DEORF). O Diretor do DEORF, Augusto César de Carvalho Fonsêca, explica que a intenção é aproximar a sociedade dos assuntos de Defesa. “A ideia é fazer, também, com que as instituições de ensino abordem esse tema e incentivem novos estudos. Ideias boas e inovadoras na área de gestão de recursos são desejáveis”, disse. Os trabalhos selecionados comporão um banco de iniciativas para o Ministério da Defesa.

Por Viviane Oliveira
Arte: CCOMSOD

Esquadrão de Saúde de Fortaleza realiza curso para uso de capacete Elmo

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Na última quarta-feira (20), 12 militares do Esquadrão de Saúde de Fortaleza (ES-FZ), localizado na Base Aérea de Fortaleza, no Ceará, realizaram capacitação para o uso do capacete Elmo, uma nova tecnologia que objetiva auxiliar no tratamento dos pacientes em situação crítica, ou seja, com insuficiência respiratória causada pela COVID-19. Trata-se de um recurso desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal do Ceará (UFC), da Escola de Saúde Pública (ESP) e da Universidade de Fortaleza (UNIFOR).

Participaram da capacitação Médicos, Enfermeiros e Fisioterapeutas da ES-FZ. De acordo com o Tenente Denilson de Queiroz Cerdeira, o treinamento visou a capacitação dos profissionais da área da saúde que atuam na linha de frente no tratamento da COVID-19. “O objetivo é compartilhar conhecimentos e benefícios do Elmo e, assim, minimizar todo o processo de internação, evitando o tubo, que é um procedimento invasivo”, explica.

Com o uso do capacete, cerca de 60% dos casos evitam o protocolo de tubo. Produzido em material reciclável, o Elmo auxilia na respiração. Associado a um fluxo de oxigênio e ar comprimido, o recurso é acoplado ao pescoço do paciente. “Todo o ar que fica dentro do capacete é reaproveitado, sem perda, diferentemente de outros recursos usados para tratar a insuficiência respiratória. O capacete é uma prática inovadora, porque ele fornece um fluxo maior de oxigênio, com pressão positiva nas vias aéreas, proporcionando a abertura dos alvéolos, que são responsáveis pelas trocas gasosas. Isto faz com que o paciente não precise ser entubado”, explica o Tenente Denilson.

De acordo com o Comandante do Esquadrão de Saúde de Fortaleza, Tenente-Coronel Médico Anderson da Costa Souza, o uso do mecanismo é originário de uma parceria entre o Esquadrão de Saúde de Fortaleza e a Escola de Saúde Pública do Ceará. “Visando a minimizar os efeitos da pandemia no âmbito militar, foi dado um importante passo, por meio do curso de capacitação do Elmo. É um recurso inovador, atualizado e imprescindível quando se trata da vida de pacientes com COVID-19”, finaliza. As informações são da Força Aérea Brasileira.

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Aspirantex/2021: Meios da Esquadra atracam e portos de SC

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Após navegar por sete dias, parte do Grupo-Tarefa (GT) responsável por executar as atividades relacionadas à “Aspirantex/2021” atracou no Porto de Itajaí e no Porto de São Francisco do Sul (SC), hoje (21). Outra parte do GT já se encontra no Porto de Santos (SP). Os meios participantes da Comissão suspenderam da Base Naval e do Arsenal de Marinha, ambos no Rio de Janeiro, dia 14 de janeiro e levam a bordo 258 Aspirantes da Escola Naval, que desfrutam da oportunidade de conhecer as diversas seções e atividades desenvolvidas nos navios a fim de ampliar o conhecimento que obtiveram nos bancos escolares.

Durante a derrota de mais de 930 milhas percorridas, na área marítima compreendida entre as regiões Sudeste e Sul do País, os Aspirantes cumpriram um cronograma de atividades e exercícios de caráter estritamente militar, como manobras táticas simuladas, exercícios de tiro de superfície e antiaéreo, trânsitos sob ameaças aérea, de superfície e submarino, e tarefas relacionadas à manutenção e aprestamento dos meios. A experiência é fundamental para familiarizar os futuros Oficiais com a rotina e as tarefas características da vida no mar, bem como ajudá-los na escolha do Corpo e da Habilitação que definirá suas carreiras.

Esta será a primeira vez que o Navio-Aeródromo Multipropósito “Atlântico” e a Fragata “União” visitam, ao mesmo tempo, o Porto de Itajaí. A Corveta “Barroso” ficará em São Francisco do Sul. A previsão é que permaneçam atracados por dois dias. Visando cumprir os protocolos de enfrentamento da pandemia da Covid-19, os meios não estarão disponíveis para visitação pública. As informações são da Marinha do Brasil.

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Exército descontamina aeronaves que transportaram pacientes de Manaus a Goiânia

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O Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro, por meio da Companhia de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (DQBRN), realizou, no dia 18 de janeiro, a desinfecção das aeronaves da Força Aérea Brasileira que transportaram 32 pacientes de Manaus com destino a Goiânia (GO).

Os militares da Companhia DQBRN executaram os procedimentos para a desinfecção no ambiente interno das aeronaves utilizando uma solução à base de água sanitária, álcool e descontaminante BX29. A ação foi realizada em apoio ao sistema de saúde do Estado do Amazonas. Na chegada a Goiânia, os pacientes foram recebidos com salva de palmas ao tocar o solo.

A iniciativa foi realizada de maneira integrada com a Secretaria Estadual de Saúde de Goiás e órgãos de Segurança Pública de Goiás, como o Corpo de Bombeiros Militar e a Polícia Militar. Contou, ainda, com o apoio da Secretaria Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Goiânia.

Essa não é a primeira vez em que a Companhia DQBRN é empregada no combate à Covid-19. Os militares também atuaram na desinfecção da aeronave da Operação Regresso à Pátria Amada, que pousou na Base Aérea de Anápolis com os 34 civis repatriados de Wuhan, na China, e também agiram na desinfecção da Estação Central do Metrô, em Brasília. As informações são do Exército Brasileiro.

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Brasil conclui nos próximos meses projeto inédito de reator nuclear para combater o câncer

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A Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. – Amazul, em parceria com a Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN, está concluindo o projeto detalhado do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB), primeiro grande passo para o Brasil alcançar a autossuficiência na produção de insumos para a fabricação de radiofármacos destinados ao diagnóstico e tratamento do câncer e outras doenças. O detalhamento do projeto contou, também, com a participação da empresa argentina Invap.

O próximo passo é construção das instalações e do reator de 30 MW de potência em terreno cedido, parte pela Marinha do Brasil e parte pelo governo de São Paulo, no município de Iperó (SP), em área adjacente ao Centro Industrial e Nuclear de Aramar. Mas, para a conclusão do empreendimento, serão necessários recursos da ordem de US$ 500 milhões, que começaram a ser negociados em 2018 com os Ministérios da Saúde e da Ciência, Tecnologia e Inovações. Nesse mesmo ano, o então ministro da Saúde, Ricardo Barros, se comprometeu em destinar R$ 750 milhões para o início da construção do RMB. Mas os recursos ainda não estão garantidos

O que é o RMB

Empreendimento de alta complexidade, o RMB tem como uma de suas principais finalidades a produção de radioisótopos, que são a base para os radiofármacos utilizados na medicina nuclear. Com isso, o Brasil poderá alcançar a autossuficiência em radioisótopos, que hoje são importados, e ampliar o acesso da população, em todo o território nacional, aos benefícios da medicina nuclear.

Para se ter uma ideia, o número de procedimentos com aplicação de radiofármacos no Brasil, em torno de 2 milhões, é três vezes inferior aos realizados na Argentina e Chile, o que demonstra uma grande demanda reprimida. Atualmente, apenas 6,3% dos procedimentos são realizados no Sistema Único de Saúde (SUS) – a maior parte é realizada pela medicina privada, por meio de planos de saúde. Além disso, há um desequilíbrio profundo na oferta desses serviços entre o Sul/Sudeste e outras regiões do País.

A Amazul agrega ao projeto a expertise de seus empregados que há décadas participam do Programa Nuclear da Marinha. “Para nós, o RMB tem um incalculável valor social, já que coloca a tecnologia nuclear a serviço da saúde dos brasileiros, salvando vidas e melhorando a qualidade de vida dos pacientes”, afirma Antonio Carlos Soares Guerreiro, diretor-presidente da Amazul.

Os radioisótopos também são aplicados na indústria, na agricultura, no meio ambiente, entre outras áreas. O RMB será empregado, por exemplo, em pesquisas, em testes de materiais e combustíveis para as usinas nucleares e na dopagem de silício para produção de semicondutores, a serem aplicados em dispositivos eletrônicos como celulares e notebooks.

Irradiação de alimentos

Outro projeto estratégico que a Amazul desenvolverá em 2021 será voltado à instalação de centros de irradiação no Brasil, que tem por objetivo preservar a qualidade e aumentar a vida útil de alimentos. O mercado potencial desses centros de irradiação é grande e vai beneficiar o agronegócio, responsável por 21,4% do PIB e 43% do valor total das exportações, em 2019. Hoje, o Brasil é o terceiro maior produtor de frutas e exporta apenas cerca de 3% da sua produção”, observa Guerreiro.

A mesma tecnologia pode ser usada em outros setores, como os de cosméticos, material médico, acervos históricos, obras de arte etc. centros de irradiação para permitir a utilização das tecnologias nucleares para esterilização nos setores de produção de alimentos, medicamentos, cosméticos, insumos para a área médica e outras indústrias.

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Forças Armadas completam 14 dias de apoio ao Amazonas

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Brasília (DF), 21/01/2021 –
As Forças Armadas completam 14 dias atendendo o Estado do Amazonas, no contexto da Operação Covid-19, com total de 54 voos entre apoio logístico e remoção de pacientes. Até o momento, em 15 voos os militares transportaram 156 pacientes para unidades de saúde de outros estados. As transferências dos doentes iniciaram em 15 de janeiro e contam com acompanhamento de profissionais de saúde.

Em uma das viagens, de Manaus para a capital de Goiás, 32 pacientes foram recebidos com salva de palmas. Após o desembarque, na segunda-feira (18), militares do Exército desinfectaram o interior da aeronave. Eles utilizaram solução com água sanitária, álcool e BX29, produto próprio para descontaminação.

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Em outra frente, foram 39 voos de apoio logístico que somaram 416 toneladas de carga. As aeronaves transportaram até a quarta-feira (20), 2.827 cilindros de oxigênio. Os municípios de Parintins, Tefé, Coari e Manaus receberam 1.150 cilindros por balsas. Para auxiliar o atendimento às vítimas do novo coronavírus, seguiram por aviões 13 usinas para produção de oxigênio.

O transporte de oxigênio também segue por mar e rios. Na noite de terça-feira (19), desatracou de Santos, em São Paulo, o Navio-Patrulha Oceânico APA com destino à capital do Pará. A embarcação da Marinha leva um tanque de 54 toneladas que receberá 90 mil m³ de oxigênio líquido e seguirá por balsa até Manaus.

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Vacinas
As Forças Armadas também contribuíram com a distribuição da vacina Coronavac para 12 municípios brasileiros. Uma das últimas missões, na quarta-feira (20), levou 156 doses do imunizante para Uiramutã, em Roraima.

Por Isabela Nóbrega, editada por Margareth Lourenço
Foto: Divulgação/Força Aérea Brasileira

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Forças Armadas somam cerca de 20 horas por dia em voos de apoio ao Amazonas

Jornalistas acompanham distribuição de vacinas e vacinação em terras indígenas do Amazonas a convite da Defesa
Forças Armadas apoiam Ministério da Saúde na vacinação da comunidade indígena Umariaçu I, no Amazonas

Confira os destaques da semana:

Centro de Comunicação Social da Defesa (CCOMSOD)
Ministério da Defesa
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